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sábado, 12 de outubro de 2013

O mapa pro fim do mundo

A humanidade tem sorte de viver em uma época onde a Terra anda sofrendo pouco com meteoros, afinal uma grande pedra fora de rumo poderia, com facilidade, dar fim a tudo que foi feito até hoje, fazendo a humanidade entrar para a história ao lado dos dinossauros. Para evitar tal problema a NASA fez uma mapa com as principais ameaças a vida por aqui e a coisa não parece muito boa:

Formação dos meteoros

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Nosso sistema solar provavelmente se formou a partir de uma nuvem de poeira de uma supernova. Conforme os anos iam passando, aquela poeira ia se juntando. A maior dela acabou por virar o Sol, com 99% da matéria que existia aqui, e o resto ficou para os planetas. Só que no meio dessas formações, muito material ficou meio solto, formando pedras e cinturões de asteroides que jamais viraram planetas ou corpos celestes grandes.
Por isso o Sistema Solar é um aglomerado de lixo espacial andando de um lado para o outro. Por sorte nós temos Júpiter aqui perto, pois ele, com sua massa enorme, é capaz de desviar muitos desses perigos que poderiam vir dar de cara na Terra. Só que mesmo assim ainda estamos em “maus lençóis".

Muita pedra e pouco espaço

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Depois da humanidade descobrir que os meteoros vindos do espaço eram comuns e que isso poderia ser capaz de exterminar a vida por aqui, muitos pesquisadores viraram seus olhos para os céus tentando ver o que está acontecendo a nossa volta e quem sabe até nos salvar de uma tragédia maior.
A NASA fez um mapa dos meteoros próximos a Terra, levando em conta apenas os que são de alguma maneira perigosos e um dia podem cair aqui. O resultado deu um total de 1400 em nossa vizinhança! E o mapa deles é assim:
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Nele é possível ver as órbitas de todos os meteoros que estão na proximidade. Chega a assustar, mas a NASA avisou que não existe previsão para um grande impacto nos próximos 100 anos. Vamos torcer para que ela esteja certa.

NASA

Muitas histórias sobre misteriosos artefatos e até ruinas encontradas na Lua, já vieram a público, criando uma grande questão sobre o que realmente foi encontrado no local em todas as missões feitas pela NASA.
Tudo isso sempre foi um boato, mas um ex-gerente da NASA, Ken Johston, que foi despedido por tentar revelar a verdade, afirma que no lado escuro da Lua existem muitas coisas que provariam à existência de vida extraterrestre inteligente, bem próxima a gente.
Johston revelou que durante as missões Apollo, os astronautas enviados voltaram para a Terra trazendo provas em forma de fotografias que mostravam ruínas de antigas cidades feitas por seres desconhecidos, além de imagens de diversos artefatos encontrados em solo lunar.
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Essas fotos acabaram sendo destruídas pela NASA, para que ninguém indevido colocasse suas mãos em provas tão importantes. Uma das pessoas que participou desse acobertamento foi Donna Hare, que fazia parte da equipe de fotografias, e afirma que várias imagens foram modificadas para não mostrarem certas coisas.
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Cada vez mais o número de funcionários da NASA que vem a público dizer que todos estamos sendo enganados cresce, deixando todos com a pulga atrás da orelha. Afinal por que eles mentiriam sobre isso? Mesmo porque essas revelações colocam até mesmo suas vidas em perigo

Cidades que podem ser varridas do mapa por desastres naturais

Atualmente uma onda de desastres naturais vem destruindo diversas regiões. O número crescente de acontecimentos tem feito com que diversos países já pensem em possíveis desastres que podem devastar cidades, até resultando em sua extinção.
Abaixo veremos cinco cidades no mundo que, além de perigos já existentes como em diversos outros lugares, também correm o risco de desaparecer por causa de algum desastre natural iminente.

Nova York atingido por um furacão pior que Sandy

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Para quem não lembra, o furacão Sandy devastou a região, inundando metrôs, causando o desabamento de alguns edifícios, além de desabrigar muita gente. Felizmente este furacão era nível 1, porém de acordo com estudiosos, a cidade tem grande chance de ser atingida por um furacão nível 3. Imaginem toda destruição causada pelo Sandy multiplicada por 3: “casas demolidas, arranha-céus danificados, infra-estrutura destruída, alagamento”.
E como se não bastasse, em um futuro próximo também é possível ter um furacão categoria 5, devido a geografia única da cidade, que faz com que qualquer tempestade tenha uma grande chance de impacto direto com o local.
As autoridades já tem uma preocupação com este tipo de desastre e já vem prevendo possíveis danos. Usando como média os estragos que devem causar um furacão categoria 4, já previram danos de cerca de $ 500 bilhões de dólares.

Amsterdan mora em constante ameaça de afogamento

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Amsterdam é uma cidade com centenas de anos de história de arte, possui museus incríveis, além de bares que fazem a alegria de turistas.
O fato é que a Holanda reside abaixo do nível do mar, se algo errado acontecer pega Amsterdam em cheio. Se uma das várias barreiras à prova de falhas, intrincados e barragens cair, o país inteiro corre o risco de ser reivindicado pelo mar.
Apesar de as autoridades locais terem elaborado várias técnicas para que local fique a seco, muitos especialistas não tem certeza de que as barragens vão suportar se tiverem a menor das fissuras, principalmente após a inundação que teve na Holanda em 2010.
O custo para manter Amsterdam a seco chega a 1 bilhão de euros por ano.
Com a enchente em 1953 a cidade ficou como Veneza, porém até especialistas sabem que não há como tentar planejar um futuro tão distante, mas enquanto isso vale torcer para que o país que já enfrentou tantas inundações, continue se mantendo vivo.

Seattle afogado em um rio de lama quente

Seattle
Seattle está propenso a ser atingido por terremotos gigantes, porém esse não é o maior risco para a cidade. A área fica junto ao Mount Rainier, que carrega o título de ser um dos mais perigosos vulcões do mundo, que traria consigo lahars, que são fluxos gigantes de lama quente que desceria arrastando árvores, água, chegando por fim com a consistência de um zilhão de toneladas de cimento molhado com velocidade de até 60 mph.
Isso aconteceu há cerca de 5000 anos atrás, quando um lahar gigante chamado Mudflow Osceola, em algumas horas transformou um mar primitivo com três quilômetros cúbicos em 200 milhas quadradas de terra nova.
Em 1998 foi instalado um sistema de detecção de lahar, porém ele ainda é incompreensível, além disso um lahar não precisa de uma erupção vulcânica para ser desencadeado.


Nápoles será apenas o mais recente acidente do Monte Vesúvio

Nápoles
No ano de 79 as cidades romanas de Herculanium e Pompeia foram totalmente destruídas por causa da violenta erupção do Monte Vesúvio. Poucas pessoas sobreviveram ao desastre.
Nápoles tem ignorado os estragos causados pelo vulcão que periodicamente mostra sinais de vida. Em 1906 o vulcão cobriu a cidade de uma camada de cinza quente, causando a morte de 100 pessoas, ocasionando também a mudança dos Jogos Olímpicos de Roma para Londres dois anos mais tarde
Nápoles tem permanecido até os dias de hoje, mesmo sabendo que o perigo mora ao lado.


Wellington será atingida por tudo

Wellington
Wellington, capital da Nova Zelândia tem uma população de cerca de 400.000 pessoas. A cidade, localizada na ponta de uma ilha, surpreende pela quantidade de desastres naturais a que é susceptível.
Por estar localizada na ponta de uma ilha, inundações são uma preocupação constante. Em 1946 um grande tsunami atingiu Wellington, cujo ruído foi possível ouvir a uma distância de 15 quilômetros.
A cidade tem a “sorte” de estar localizada em uma gigantesca falha, com terremotos que acabam provocando tsunamis enormes. Como se não bastasse, Wellington tem alguns vulcões ao norte, que jogam fuligem e cinzas na cidade a cada erupção.
Não há muito  a ser feito, evacuação é praticamente a única opção se a natureza se manifestar. Segundo projeções de especialistas, um tsunami médio já causaria a destruição total do aeroporto da cidade, marina e do estádio local, com as inundações o centro iria praticamente sumir. Mesmo quem decidisse correr, a maioria das zonas de evacuação ficam nas áreas de risco.

Atlântida

 
 

76 O continente perdido de Atlântida estaria no Brasil? 

Todo mundo já deve ter ouvido falar em algum momento sobre o misterioso continente de Atlântida, um lugar altamente avançado, que teve um fim trágico. Durante séculos a humanidade procurou por ele e agora o continente perdido por ter sido encontrado… Aqui, no Brasil.

A lenda

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Tudo começou quando o famoso filósofo Platão citou uma civilização bem desenvolvida, que existia em um continente no meio do Oceano Atlântico. Depois desse relato as pessoas ficaram doidas tentando achar tal lugar, porém ele jamais foi encontrado.
O tempo foi passando e a lenda da cidade/continente/ilha só ganhou fama (mesmo não ganhando evidências), rendendo livros, filmes e todo tipo de especulação. Contudo as pessoas mais céticas já tinham abandonado tal ideia, acreditando que tudo era apenas uma história inventada, porém agora tudo pode mudar.

O achado

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Como todo mundo sabe, nosso planeta possui placas tectônicas que se movem, assim é possível que continentes que um dia estiveram juntos acabem se afastando, gerando novos continentes. Um bom exemplo para isso é a África e a América, que um dia estiveram juntas, mas hoje estão bem distantes.
E as teorias sobre Atlântida sempre falavam sobre isso, dizendo que o suposto continente teria sido afundado por algum desastres natural, mas nunca houve evidência de tal acontecimento.
Mas o Serviço de Geologia do Brasil acabou descobrindo algumas pedras interessantes, que podem confirmar a real existência de um continente perdido no meio do Oceano Atlântico.

É do Brasil!!!

Atlântida
A uma distância de poucos mais de 1500 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, existe um crista montanhosa embaixo da água. Esse lugar estava sendo estudado pelo Serviço de Geologia Brasileiro e muito material do local estava sendo pego e estudado.
E essas amostras revelaram que as pedras lá encontradas poderiam ter sido partes de um continente que foi destruído pelo Oceano.
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Os pesquisadores brasileiros, chefiados por Roberto Ventura Santos, afirmaram que tem quase certeza de que realmente existiu um continente entre o Brasil e a África há milhões de anos. E que o resultado das análises dessa pedras em breve provarão que Atlântida é brasileira. Claro que esse lugar pode não ser a famosa Atlântida da lenda, mas depois do resultado a discussão vai ser longa.

5 desaparecimentos inexplicaveis

Azaria, a saga da morte do bebê australiano

A investigação final sobre a morte de Azaria, em 1995, considerou o caso oficialmente não-resolvido. Em 2002 foi sugerido que talvez a irmã de Azaria, Reagan Chamberlain, na época com 4 anos pudesse ter assassinado o bebê. O corpo nunca foi encontrado. Hoje a mãe afirma que “Todas as respostas foram encontradas.” Mas será mesmo?

Virgil Wade Tackett, o menino que esqueceu quem era

Em maio de 1986, Virgil Wade Tackett, de 17 anos, deixou a cidade de Hillsboro, Ohio para trabalhar no Alasca.
O jovem garoto conseguiu um emprego em uma fábrica de enlatados. Durante um fim de semana ele, outro garoto e um cachorro entraram em um bote de 14 pés e saíram para pescar. Segundo o outro garoto, Tackett o deixou e ao cachorro em uma ilhota e saiu com o bote. Como o amigo não voltou, o adolescente fez sinal para um barco que passava. A Guarda Costeira realizou extensas buscas, mas só encontraram o bote, encalhado em um banco de areia perto de Chichagof, com o motor ainda engatado. Tackett passou a ser visto ocasionalmente em vários locais e em todas às vezes parecia não se lembrar de quem era e o caso permanece sem solução até hoje.

Um desaparecimento fantástico em Stonehenge

Stonehenge

Era agosto de 1971 quando um grupo de “hippies” decidiu armar tendas no centro do círculo de pedras de Stonehenge para passar a noite. O acampamento foi abruptamente perturbado por volta das duas da madrugada por uma severa tempestade. Um fazendeiro e um policial que estavam nas redondezas viram as pedras do antigo monumento serem iluminadas por uma luz azul e escutaram gritos de socorro vindos do local, os dois rapidamente correram para ajudar mas para sua surpresa não encontraram ninguém, o acampamento estava vazio e todos os seus membros sumiram sem deixar rastros em um dos muitos eventos misteriosos envolvendo a planície de Stonehenge.


Percy Fawcett e a cidade Z


Em 1925 o arqueólogo britânico Percy Fawcett, seu filho mais velho e Raleigh Rimell partiram para a Amazônia em busca da mítica cidade Z. Eles nunca mais voltaram. Surgiram inúmeras teorias envolvendo fome, doenças, condições do tempo, loucura, tribos canibais e até a suposição de que tivessem encontrado a tal cidade e por algum motivo ficado por lá. Em 1927 uma das placas de Fawcett foi encontrada por moradores locais e em 1933 uma bússola do mesmo tipo das usadas pelo arqueólogo também foi achada. Mais de 100 pessoas morreram em várias expedições realizadas para descobrir o destino final de Fawcett e seus companheiros, destino esse que provavelmente nunca será conhecido.


A vila perdida

Vila esquimó/inuit abandonada
Em novembro de 1930, um caçador chamado Joe Labelle caminhava em direção a uma comunidade de esquimós com cerca de 2000 habitantes perto do Lago Anjikuni, no norte do Canadá. Quando chegou ao local ele estava deserto,  mas a comida estava nos armários e os trenós  continuavam em seus lugares. Os corpos do cemitério também haviam desaparecido. Para tornar as coisas mais complicadas – ou não – a Polícia Montada do Canadá afirmou que nada havia acontecido e que Labelle havia mentido ou se enganado, uma vez que era normal as tribos abandonarem suas casas já que muitas eram seminômades. Um livro publicou mais tarde que 30 e não 2000 pessoas haviam desaparecido, mas a falta de provas desacreditou a história e assim o suposto desaparecimento da Vila Inuit continua sendo um mistério.

O misterio do ''tiangulo das bermudas''

Muitos foram os nomes dados ao lugar, como "Cemitério do Atlântico", “Mar do Demônio", “Mar dos navios perdidos” ou ainda “Mar das Teiticeiras”.
O Triângulo das Bermudas ou Triângulo do Diabo é uma região do oceano Atlântico onde um grande número de aviões e navios desapareceram em condições misteriosas. As vértices deste triângulo costuma ser delimitado pela Ilha de Bermudas, pela cidade de San Juan em Porto Rico e por Miami, na Flórida, mas suas fronteiras são elásticas, podendo chegar a formar um losango para comportar todos os desaparecimentos da redondeza.
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Para explicar tal fenômeno diversas teorias foram criadas, tais como: portais para outras dimensões, campos de energia provocados por antigos cristais do continente perdido de Atlântida abandonados no fundo do oceano, anomalias temporais, magnéticas ou gravitacionais, buracos negros, abduções alienígenas e monstros marinhos, já para os cientistas são frutos de súbitas erupções gasosas submarinas e ondas gigantes.
A primeira descrição que se teve sobre o Triângulo das Bermudas foi de Cristóvão Colombo, quando ía em direção à América, que relatou ter visto uma bola de fogo no céu, explicada hoje como um meteorito, também descreveu sua passagem pelo Mar dos Sargaços, que é uma parte do Oceano coberta de Sargaços (uma espécie de alga), sendo consideradas a verdadeira razão pelo desaparecimento de navios, pois suas longas calmarias aprisionavam os navios à vela, levando homens a abandonar seus navios ou morrer neles.
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Charles Berlitz publicou em 1974, o livro "Triângulo das Bermudas”, sucesso de vendas, no qual abordava temas sobrenaturais dos desaparecimentos, citando fatos como: o mistério do Vôo 19, que era o nome de um grupo de cinco caças-bombardeiros TBM Avenger da Marinha americana que decolou no dia 15 de dezembro de 1945, de Fort Lauderdale, que após um treinamento bem sucedido, desapareceu sem deixar vestígios, logo após desapareceu também um dos hidroaviões de resgate enviado, desencadeando uma das maiores operações de resgate da história, com mais de 240 aviões, navios da Marinha, barcos da guarda costeira, iates particulares e até submarinos, mas nada foi encontrado.

Em 29 de janeiro de 1948, um antigo bombardeiro inglês, o Star Tiger, também desapareceu no local, com 25 passageiros à bordo, a última notícia que se teve foi uma comunicação do piloto com a torre relatando que chegaria ao destino na hora prevista, sem relatar qualquer problema. Estranhamente, quase um ano depois, outro avião igual, o Star Ariel, também desapareceu sem deixar vestígios. O avião comercial DC-3, que fazia trajeto San Juan e Miami, também desapareceu e seus passageiros nunca foram encontrados.
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Muitos navios também desapareceram no local, os que não desapareceram foram encontrados à deriva sem tripulação, a exemplo temos: o USS Cyclops que nunca mais foi visto após zarpar do posto das Bermudas; o S.S. Marine Sulphur Queen, um navio tanque carregado de enxofre que desapareceu após seu último contato, em 3 de fevereiro de 1963;o navio brasileiro São Paulo, destinado ao ferro-velho, que estava sendo rebocado por dois navios, mas um destes, temendo uma tempestade, soltou o cabo durante a noite, na manhã seguinte o navio e sua tripulação de 8 pessoas havia desaparecido sem deixar vestígios; Mary Celeste, um navio português encontrado à deriva em 1872, com carregamento de álcool, víveres e objetos pessoais intocáveis, mas neste caso o navio foi encontrado à milhares de quilômetros dali, na Costa de Portugal.
Muitas teorias foram levantadas para explicar os fatos, como por exemplo no Vôo 19, no qual o piloto supostamente teria se perdido, já que naquela época não havia GPS, e teria feito outra rota, a frequência do rádio teria sido mudada, aparecendo no radar em Cuba, onde muitas pessoas teriam afirmado ter visto uma explosão no céu na mesma posição em que se encontrava no radar, onde destroços dos aviões e vestígios de óleo foram encontrados na água, a explicação para não terem encontrado corpos seria porque a região é infestada de tubarões. Já o DC 3 teria relatado problemas com suas baterias, mas o piloto resolveu recarregá-las durante o vôo, no qual houve uma pane elétrica, explicando o fato de não conseguir se comunicar com a torre.
A guarda costeira americana tem sempre a mesma resposta para todos os desaparecimentos do Triângulo das Bermudas:
“A guarda Costeira não se impressiona com causas sobrenaturais para acidentes no mar. Faz parte da sua experiência reconhecer que as forças combinadas da natureza com a imprevisibilidade do homem superam a mais imaginativa ficção científica muitas vezes por ano”.
De época em época novas teorias e fatos “supostamente” inexplicáveis surgem, ou são gradativamente aumentados, muitos ufólogos preferem até não tocar no assunto por achá-lo antiquado, mas alguns mistérios permanecem inexplicáveis, seja pela crença dos povos ou por falta de base científica para serem desvendados.

Os piores desastres naturais da historia

Conheça agora os acidentes com os maiores números de vítimas e prepare-se para conhecer as piores tragédias da natureza!


Tsunami

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Onde: Baía de Lituya, no Alasca, no EUA
Quando: Em 1958
Intensidade: Não tem escala.
As ondas de 30 metros do oceano Indico são “nada” perto destas, de 524 metros. No natal de 2004 no oceano Índico houve 430 mil mortes imagina-se o quanto foi neste, não há valores definidos mas estima-se que foram mais de 430 mil mortes.




Enchente

4101717_enchente01Onde: Margens do Rio Hwang He, na China.
Quando: Em 1887.
Escala: Não tem escala.
Em 1887 com o excesso de chuvas, o Hwang He transbordou por 130 mil km2, matando mais de 900 mil pessoas em Hwang He. Em Hwang Ho estima-se que mais de 2,5 milhões morreram. No Yang Tsé foram mais de 4 milhões de mortes, tudo isso na China no ano de em 1931.


Incêndio florestal

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Onde: Ilha de Borneu, Indonésia.
Quando: Em 1997.
Escala: Não tem escala.
Vitimas de uma seca provocada pelo El Niño, foram queimados cerca de 97 mil km2 (o equivalente a Santa Catarina) em Bornéu, o incêndio emitiu 2,5 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera. Foram registrados 2500 mortes também em Peshtigo, nos EUA, em 1871.


m20030605-vulcaoExplosão vulcânica
Onde: Lago Taupo, Nova Zelândia.
Quando: Em 180 d.C.
Escala: 7 na escala de Richter.
Entre as 28 erupções nos últimos 27 mil anos, a do ano 180 foi a pior: expeliu 100 km3 de material, equivalente a 148 mil vezes o maior navio petroleiro do mundo. Ocorreram mais de 92 mil mortes.




Avalanche

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Onde: Monte Santa Helena, nos EUA.
Quando: em 18 de maio de 1980.
Escala: 5 na escala de Richter.
A avalanche foi provocada por um terremoto seguido de uma explosão. A área havia sido evacuada e apenas 57 pessoas morreram. Outra avalanche aconteceu em Yungay (Peru), não houve tempo para evacuação e morreram mais de 20 mil pessoas, no ano de 1970.




Furacão

furacao-foto-nasaOnde: Sul dos EUA.
Quando: Nos dias 23 a 30 de agosto em 2005.
Escala: 5 (a mais alta da escala).
Com os ventos de 280km/h, Katrina foi o desastre natural mais caro até hoje com o prejuízo de 90,9 bilhões de dólares,o mesmo que o produto interno bruto na cidade de São Paulo. Outro furação aconteceu em Bangladesh na Índia com mais de 500 mil mortes em 1970.



Tornado

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Onde: Missouri, Illionise Indiana, Nos EUA.
Quando: Em 18 de março 1925.
Escala: 5 ( a mais alta da escala)
O ”Tornado dos três estados” durou mais de três horas e percorreu 353 km!. Matou 747 pessoas e causou 1,4 bilhão de dólares em danos. Em Bangladesh foram mais de 1300 mortes em 1989.




Terremoto

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mundoeducacao_com_brOnde: Valdívia,no Chile.
Quando: Em 22 de maio de 1960.
Escala: 9,5 (a escala vai até ao 10).
O tremor provocou tsunamis que chegaram até ao Japão, do outro lado do Pacífico. O nível da água do porto subiu 4 metros e 130 mil casa foram destruídas, com total de mortos estimado em 6 mil. Outro terremoto devastou Senshi, na China, deixando mais de 830 mil mortos em 1556.